A presidente
Dilma Rousseff assinou na última quinta-feira (6) a lei que cria 6.568 cargos
no âmbito do executivo federal. As vagas, para os níveis médio e superior,
contemplam órgãos como o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e
Tecnologia (Inmetro), Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI),
Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e o Ministério da Saúde. A grande
maioria das vagas criadas serão para o provimento de postos na área de ciência
e tecnologia. São mais de 3.000 cargos novos para esse setor.
A
nova lei também amplia o corpo do Plano Geral de Cargos do Poder Executivo que
agrega funções que atendem a diferentes órgãos federais e que não estejam
alinhados a um plano de carreira específico desses órgãos.
A
sanção presidencial ocorreu exatamente 15 dias depois da aprovação do texto no
Senado. De acordo com informações do Ministério do Planejamento, Orçamento e
Gestão (MPOG), responsável pelas autorizações para realização de concursos
públicos no âmbito federal, o provimento desses cargos será feito de forma
escalonada ao longo dos próximos anos. O impacto anualizado dos novos cargos,
ainda de acordo com o MPOG, será de R$ 594,6 milhões em estimativa vigente. O
provimento dos cargos se dará a partir de 2014.
A efetivação desse impacto orçamentário só se dará pelo preenchimento de
todos os cargos criados.
O
MPOG destaca que a lei fortalece áreas importantes para o desenvolvimento do
país, como inovação tecnológica, competitividade, transportes e meio ambiente e
proporciona à população mais e melhor atendimento em saúde, educação, segurança
pública e seguridade social.
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